No antigo Egito as mãos eram consideradas o cartão de visita das pessoas. Por isso, os cuidados com as mãos e unhas se tornaram bastante cultural naquela época. Em escavações feitas por arqueólogos foram encontrados para espanto dos mesmo que os egípcios dominavam a arte da manicure e pintar as unhas.

Boa parte dos egípcios que embelezavam as unhas eram membros das famílias nobres. E o mais interessante é que a prática não era feita apenas pelas mulheres, mas também pelos homens que tinha os cuidados com suas mãos e unhas.

Para colorir as unhas no antigo Egito foram produzidas tintas para esmaltar as unhas a partir de vegetais, por isso, o tom do “esmalte” ficava esverdeada nas unhas.

Já na China eles acreditavam que as unhas do Imperador deveriam crescer infinitamente, pois quanto maior fossem suas unhas mais tempo ele governaria o seu país e aumentaria sua riqueza.

Quanto às mulheres chinesas, elas gostavam de ornar as unhas com lascas de ouro e prata. Já na era da dinastia Min foi utilizado à cor preta ou vermelha nas unhas para demonstrar elegância e poder. Nesse mesmo período surgiram as unhas artificiais, que no final dos seus dedos eles utilizavam extensores de ouro e prata para alongar as unhas.

Agora o primeiro esmalte sintético, semelhante ao que usamos hoje só surgiu nos EUA por volta de 1932.  E a partir daí ter unhas bem esmaltadas se tornou uma parte importante e essencial de muitas mulheres.